quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O perigo da superexposição das crianças nas redes sociais

Oi gente! O texto a seguir foi elaborado pela Kasperky Lab, que é uma empresa especializada em segurança digital. Vale à pena conferir e compartilhar com seus amigos e familiares.

As redes sociais estão transformando a vida das pessoas e, para algumas em especial, que não resistem à oportunidade de conquistar um pouco de fama no mundo virtual, as atividades do dia-a-dia acabaram se tornando um grande programa de televisão aberto em tempo real. “No entanto, tal comportamento pode ter consequências virais, principalmente, quando a foto ou vídeo mostram uma criança”, explica Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.

Na empolgação, pais costumam postar fotos e vídeos engraçados de seus filhos esquecendo de aplicar as devidas configurações de segurança. Geralmente, eles não estão pensando na privacidade, e sim que amigos e conhecidos se derreterão ao ver a fofura da criançada. “Só que os pais não levam em consideração que os próprios filhos, no futuro, podem não gostar de terem sido superexpostos e até se sentirem constrangidos com algumas das postagens”, alerta Assolini.




Para evitar esse problema, confira abaixo quatro dicas que a Kaspersky Lab reuniu para alertar os pais antes das postagens:

1. Pense nas consequências 
Ao publicar vídeos em canais abertos do Youtube, o usuário precisa estar preparado para lidar com ‘trolls’ mais cedo ou mais tarde. São pessoas que vasculham o site e deixam comentários negativos nos vídeos mais visualizados, não importando qual o conteúdo destes. “Imagine que alguém faça comentários racistas ou de mau gosto em um vídeo fofo do seu filho. Se decidir publicar vídeos caseiros sem restrição de acesso, prepare-se para, no mínimo, enfrentar comentários desagradáveis”, alerta o analista da Kaspersky Lab.

2.Ignore os Trolls 
Existem ”estraga-prazeres’ em qualquer lugar. Na internet, há pessoas que se dedicam a assistir fotos e vídeos apenas para criticar, seja a música que está tocando ou algum detalhe no fundo do vídeo. Quando há crianças envolvidas, estes trolls costumam fazer críticas à postura dos pais.

Em 2009, o pai de um menino de sete anos, chamado David, postou um vídeo no Youtube que mostrava a divertida reação do seu filho após uma visita ao dentista. O post viralizou, recebendo muitos comentários positivos e, claro, alguns negativos.

No começo, esse pai e a esposa admitiram que deram muita atenção às reações negativas, até que, decidiram ignorar os trolls. No fim, o casal transformou uma situação inesperada em uma grande experiência familiar e até chegou a ganhar algum dinheiro ao aprender a gerenciar a licença e publicidade do vídeo pelo Youtube Adds.

3. Limite o acesso aos comentários 
O melhor jeito de evitar críticas que gerem constrangimento é restringindo os comentários das publicações. Os parentes e amigos podem comentar usando chats ou pessoalmente, já os demais poderão apenas gostar (ou não gostar) do vídeo.

4. Conceda acesso ao vídeo a um número limitado de pessoas 
Para evitar que a criança se torne um ‘meme’ na internet, basta limitar o acesso dos vídeos. Existem três opções de privacidade: “público”, “vídeo não listado” e “privado”. Por padrão, todos os vídeos no Youtube são públicos, o que significa que qualquer pessoa pode acessá-los ou encontra-los nos resultados de pesquisas.

No caso dos vídeos não listados, a pessoa que posta o conteúdo compartilha o link diretamente com os usuários que quiser. Ainda assim, tome cuidado, pois os convidados podem espalhar o endereço do vídeo para mais e mais gente, e a divulgação pode sair do controle. A melhor opção para os pais preocupados é a função “privada”, onde o vídeo só poderá ser exibido para as pessoas autorizadas e que estejam logadas em uma conta do Youtube.


Quem quiser saber mais, acesse Kaspersky Lab

Vamos refletir!
Super beijo,

Alyne

PS: para compartilhar, basta clicar aqui embaixo, no símbolo da rede social desejada.

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